A situação política em Portugal é um nojo. Os direitos vão-se reduzindo e a esmagadora maioria da população empobrece a olhos vistos. E ninguém poderá dizer onde vai parar esse processo; alternam-se as medidas nocivas com os anúncios ameaçadores.
A esquerda institucional não sai da sua rotina de discursos mais ou menos bem conseguidos, que ninguém ouve; de desfiles sempre iguais, todos os três meses, pelas avenidas; não tem um projecto credível de promover uma paragem no processo empobrecedor e, menos ainda, de o fazer recuar.
Perante a evidente ineficácia da esquerda portuguesa em geral, todos temos responsabilidade. E não consola nada saber que no resto da Europa a situação é semelhante.
Perante essa ineficácia, há que pensar, pesquisar, discutir e traçar novos objectivos, novos processos, que mobilizem, que coloquem as decisões das lutas na base e, nessas tarefas, cabe toda a esquerda, pertencente ou não a partidos.
Em Julho último, a propósito das eleições presidenciais, realizaram-se duas reuniões de militantes e activistas, para discutir o estado da esquerda portuguesa. E foi consensualizado que se iria continuar.
Queres entrar nessa discussão? Se estiveres disponível, diz.
Propomos sábado, 30 de Outubro, em local a designar.
Abílio Campos
António Alte Pinho
António Pedro Dores
Francisco Santos
João Pedro Freire
João Pestana
Jota Daniel
Luís Gobern Lopes
Luís Pereira
Manuel Gaspar
Maria Natália Nogal
Nuno Cardoso da Silva
Paula Montez
Rui Pedro Frias
Sofia Ganhão
Vítor Lima
(por ordem alfabética)